Luisa Faria Brito Martini Corrêa entrevista ao Cineplaneta

Nome: Luisa Faria Brito Martini Corrêa
Nome artístico: Luisa Martini
idade: 15 anos
Natural de que cidade: RJ/ Rio de Janeiro
Redes sociais: Instagram – @luisafbmc
YouTube – @luisafbcorrea4372
Fale um pouco sobre você.
Desde pequena tenho uma forte conexão com a arte. Faço teatro desde que me conheço por gente e Teatro Musical há mais ou menos 3 anos. Sei tocar diversos instrumentos (principalmente violão e teclado) e a música sempre esteve presente na minha vida. Além disso faço aulas de Jazz, adoro escrever e praticar tecido acrobático quando possível.
Já participei de 5 musicais da FazArt: Aladdin (2022), Ariel (2023), Tarzan (2023), Peter Pan (2024), Cats (2024) & O Rei do Show (no corpo de baile, 2025). E agora estou na participando de mais um musical.

Onde você se vê daqui a 5 anos?
Daqui a 5 anos me vejo realizada e já tendo participado de algum trabalho de TV (como uma novela, série ou filme quem sabe). Também me vejo cursando Psicologia nos Estados Unidos na mesma faculdade que o meu irmão.
Qual foi a peça de teatro que mais te marcou e por quê?
Admito que todas as peças de teatro que já fiz me marcaram de alguma forma. Porém, sem dúvida a que mais me marcou foi Peter Pan, na Faz Art Produções Artísticas, no primeiro semestre de 2024. Nessa peça eu interpretei a Sininho, uma personagem incrivelmente carismática, mas que também exigiu muito de mim. Além do meu primeiro solo (uma versão da música Firework da Katy Perry) eu teria que cantar boa parte da música de cima de um tecido acrobático. Apesar de já ter uma pequena experiência com tecido, eu sabia desde o início de que aquilo seria um grande desafio, o qual eu encarei de cabeça erguida. Fiz tudo o que estava em meu alcance: fui às aulas de tecido tanto na FazArt quanto no Parque Olímpico, treinei a música em aula e em casa e me preparei fisicamente e psicologicamente. Neste processo, os ensinamentos do meu professor de tecido Sérgio (Clube do Aéreo) e minha professora de canto Tatty Caldeira foram super importantes. E é claro, busquei muito o apoio de Deus. Graças ao meu preparo, dedicação, e apoio de pessoas queridas, tudo ocorreu bem nos dias de apresentação. E no final do ano de 2024, na premiação da FazArt, eu ganhei o prêmio de Destaque da Turma de Peter Pan.

Existe algum ator ou atriz que você admira profundamente no teatro? Quem e qual a característica que mais te impressiona nele(a)?
Boa parte das minhas referências de atores/atrizes estão na FazArt, pois é um lugar que além de aprender e ganhar experiência, posso observar o trabalho e evolução de amigos e colegas. uma colega que eu admiro muito é a Gih Menezes. Além de atriz, também é circense e uma dançaria maravilhosa! Acho sua interpretação muito boa e a expressão corporal quando dança é simplesmente impressionante. Me inspiro muito nela.

Se você pudesse escolher qualquer personagem de qualquer peça para interpretar, qual seria e o que te atrai nele?
Uma personagem que me encantou desde a primeira vez que vi e sonho em um dia interpretar é a Anne Wheeler. Do musical O Rei do Show, ela e seu irmão são trapezistas excepcionais e se juntam ao circo do protagonista Barnum. Ela é o par do personagem Phillip Carlyle e juntos eles tem um lindo dueto nomeado “Rewrite The Stars”. Cheia de personalidade e com presença marcante, seria uma honra poder interpretar Anne Wheeler algum dia.
Qual o maior impacto que o teatro já causou na sua vida?
Faço teatro desde bem novinha, e este sempre trouxe muita alegria e diversão para mim. Porém, se tratando do Teatro Musical, ele chegou em uma época da minha vida onde eu estava bem confusa em vários aspectos. E analisando quem eu era quando eu comecei nesse ramo e vendo quem eu sou agora, eu diria que o teatro me trouxe muito mais confiança no quesito de falar em público e interagir em ambientes sociais. Quem conheceu a Luisa de 12 anos que era super quietinha e tímida sabe o quanto eu mudei. Hoje, três anos depois, sou muito mais comunicativa e segura ao falar com as pessoas. Apesar do teatro ter impactado na minha vida de várias formas diferentes, eu diria que essa mudança foi a minha favorita.
Qual a sua memória favorita de uma experiência teatral, seja como espectador ou participante?
Sendo bem sincera, é difícil escolher uma memória favorita. Afinal, o teatro me trouxe diversos momentos incríveis. Porém, se eu tivesse que escolher, seria o sentimento que tive nas vezes em que consegui arrancar o sorriso que alguém na plateia. Tanto criança, quanto adulto ou idoso. É gratificante saber que o meu personagem (que eu sempre construo com esforço e dedicação) conseguiu encantar uma pessoa ao ponto de fazê-la sorrir genuinamente e aplaudir. Pode parecer algo simples, mas para um ator/atriz é um sentimento muito bom. Por isso é uma das memórias favoritas.
Fale de como é fazer parte da Fazart Produções Artísticas.
Eu diria que ser aluna e fazer parte da FazArt é algo que trás mais leveza pra minha semana. As aulas semanais conseguem aliviar um pouco a rotina corrida e agitada. Não posso dizer que os ensaios são tranquilos (falando tanto de Teatro quanto de Jazz), eles muitas vezes exigem muito esforço físico e dedicação. Mas viver isso com amigos e pessoas que estão ali com o mesmo objetivo que você (fazer um espetáculo capaz de encantar o público) torna tudo mais leve e divertido de certa forma.
Aprendo muito com as professoras Ludmilla Silveira e Tatty Caldeira, e o apoio e orientação delas foi essencial em vários momentos. Também com minha diretora Grazi Luz, que me deu oportunidades incríveis.
A FazArt me trás vivências que levo tanto para a carreira profissional quanto para a vida pessoal. Além disso, também me deu amigos e colegas incríveis com quem divido momentos e experiencias.



