Luisa Martini, tenho 15 anos, nasci e moro na cidade do Rio de Janeiro. Adoro cantar, dançar, tocar teclado e violão, escrever e principalmente atuar!
Nome: Luisa Faria Brito Martini Corrêa
Nome artístico: Luisa Martini
idade: 15 anos
Natural de que cidade: RJ/ Rio de Janeiro
Redes sociais: Instagram – @luisafbmc
YouTube – @luisafbcorrea4372
Quando e como surgiu seu interesse pelo teatro musical?
Faço teatro desde muito nova, mas comecei no teatro musical na FazArt em agosto de 2022. Inclusive, esse mês faz 3 anos que comecei!
O que mais te motiva a conciliar tantas atividades artísticas como canto, dança e atuação?
Desde o início, as aulas na FazArt trazem leveza à minha rotina. Cada ensaio que me faz crescer e evoluir na arte do teatro musical. Aprendo muito com minhas professoras e diretora, e levo dessas experiências não só aprendizado, mas também amizades e memórias valiosas. Já participei de 5 musicais da FazArt: Aladdin (2022), Ariel (2023), Tarzan (2023), Peter Pan (2024), Cats (2024) & O Rei do Show (no corpo de baile, 2025). E agora estou no elenco de Os Miseráveis como a personagem Cosette em sua versão criança. Também interpreto uma revolucionária chamada Karine.

Como foi o sentimento de ser selecionada para interpretar a Cosette em “Os Miseráveis”?
Me lembro bem de quando, no final de 2024, nossa diretora anunciou que a próxima peça da Turma Master seria Os Miseráveis. Com essa informação, comecei a estudar o musical e, ao perceber que me encaixava no perfil de Cosette (criança), ensaiei para a audição. Foi uma grande alegria quando tive a notícia de que tinha conseguido a personagem que tanto queria. Com o roteiro liberado, se iniciou o longo processo marcação de texto, aulas de dança e canto. Apesar de cada um ter exigido muito esforço e dedicação, a companhia de amigos e colegas incríveis deixou tudo um pouco mais leve.

Quais foram os principais desafios que você encontrou ao preparar essa personagem?
A Cosette, sem dúvida, não foi uma personagem fácil. Apesar de ser “apenas” uma criança, é uma menininha que passa por momentos muito complicados na casa dos Thérnadier, enquanto sua mãe, Fantine (interpretada pela minha colega Thati Soares), procura um trabalho para conseguir sustentar ambas. Sendo assim, é uma personagem com uma grande carga emocional.

Você comentou sobre a carga emocional da Cosette. Como você faz para se conectar com essas emoções e transmiti-las em cena?
Acredito que os estudos e as orientações das minhas professoras e diretora foram essenciais para que eu conseguisse lidar bem com a complexidade da Cosette criança. Busquei me aprofundar e entender pelo que aquela garotinha passava, pensei como que o corpo dela reagiria ao medo e angústia constantes e como eu poderia mostrar para o público a esperança que ela tinha em relação a sua mãe finalmente tirá-la daquele lugar horrível. Eu e Thati buscamos transmitir veracidade na relação de mãe e filha de nossas personagens.

O que você mais aprendeu ao longo desse processo de preparação para o espetáculo?
Por ser um espetáculo complexo e difícil, tivemos mais tempo para trabalhar nele do que geralmente teríamos em outras produções. E com isso, parecia que o processo estava sendo mais “demorado” do que o normal. Eu diria que Os Miseráveis me ensinou que cada peça, cada produção, tem o seu ritmo; e que isso vai muito do elenco e da densidade do texto.
Como é a sua relação com o elenco e com as professoras da FazArt durante os ensaios?
Fico feliz em dizer que tenho uma boa relação com todo o elenco e com minhas professoras. Obviamente tenho mais afinidade com alguns colegas do que com outros, mas a parceria e o respeito permanecem independente de qualquer coisa (este é um dos meus maiores valores, tanto no teatro quanto em qualquer outro ambiente e tento segui-lo a risca). Durante os ensaios, sempre busquei feedbacks das minhas professoras, para saber o que poderia acrescentar na minha personagem, e isso me ajudou muito na construção da Cosette.
Você tem alguma cena preferida em “Os Miseráveis”? Se sim, qual e por quê?
Minha cena preferida é a cena 10! É a primeira vez que apareço como Cosette e é quando interajo com os Thérnadier e com com a Fantine. Pouco depois, nessa mesma cena, tenho o meu solo. Em resumo é o momento de mostrar a essência da Cosette. Passar para o público o nervosismo quando o Senhor e a Senhora Thérnadier estão perto, a segurança quando Fantine a abraça, e a esperança quando ela canta a música “Castelo no Céu”.
Como está o seu coração faltando tão pouco para a estreia?
Agora que a estreia está próxima e estamos na reta final dos ensaios, admito que estou um pouco nervosa (não de insegurança, mas com aquele frio na barriga, sabe?), porém também estou muito animada para finalmente apresentar o trabalho para o qual tanto me dediquei no último semestre.
Quais são seus planos e sonhos para o futuro dentro do teatro musical?
Quero evoluir e continuar fazendo musicais enquanto puder, interpretar de dar vida a muito mais personagens, porque é uma das minhas maiores paixões.
Canal do Youtube – https://www.youtube.com/@luisafbcorrea4372
Luisa Martini a Cosette em “Os Miseráveis” da Fazart Produções
+ https://cineplaneta.com.br/luisa-faria-brito-martini-correa-entrevista-ao-cineplaneta/

