Claudia Castelo Branco e Luisa Lacerda MPB ANO ZERO quinta no palco (RJ)

MPB ANO ZERO


Claudia Castelo Branco e Luisa Lacerda

60 anos de história
entre junho e novembro:
29 artistas em 21 singles via Biscoito Fino

20 espetáculos no Sérgio Porto (RJ)
21 clipes e 21 minidocs

 

A canção “Bendegó” é pedra fundamental,
deu pontapé inicial do projeto,
e foi lançada pelos “padrinhos” MPB4

Amanhã, terça/24,

Claudia Castelo Branco e Luisa Lacerda
chegam ao streaming com

“A estrada e o violeiro”, de Sidney Miller

 

Na próxima quinta, às 19h30, no Sérgio Porto (Humaitá/RJ),

a dupla recebe Miltinho do MPB4,

fazendo o primeiro show do MPB Ano Zero
no Teatro Sergio Porto

 

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O potente cancioneiro brasileiro. Espaço Cultural Sérgio Porto, bairro do Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro. Alma e corpo de um projeto que celebra a história e aponta para o futuro: “MPB ANO ZERO” decupa uma arte sexagenária, orquestrada por reinvenção.

** 29 artistas envolvidos

** 21 gravações foram produzidas na gravadora Biscoito Fino, todas, composições icônicas da música popular brasileira.

** 21 clipes e minidocs

 

** 20 shows no Sérgio Porto.

** Da última semana de junho até a primeira quinzena de novembro, um single com cada um desses artistas (em duo ou solo) será lançado sempre às terças-feiras, precedendo um show no Espaço Cultural Sérgio Porto, às quintas-feiras.

** a gravadora Biscoito Fino lançou “Bendegó” no streaming com harmonia e melodias sob a chancela do MPB4, em 17 de junho. 

MPB ANO ZERO é resultado da parceria criativa entre o produtor Marcelo Cabanas; o cantor Augusto Martins e o jornalista e escritor Hugo Sukman _ e este último conceitua:

“A MPB é a canção brasileira atravessada pela História.

A pedra de Bendegó veio em chamas do Universo em expansão para também atravessar a História do Brasil. Peça (e pedra) fundamental do Museu Nacional, a pedra de Bendegó sobreviveu novamente a um incêndio, era símbolo do museu que seria destruído pelo fogo, agora é símbolo do museu que, em reconstrução, será reinaugurado.

Não poderia ser outra a canção-síntese do projeto MPB Ano Zero.

Escrita por dois jovens compositores da cena carioca, Cláudia Castelo Branco e Renato Frazão, e interpretada originalmente pela também jovem cantora e violonista Luísa Lacerda, “Bendegó” conta em forma de canção brasileira a história da “pedra que caiu do céu e virou peça de museu”. E que sobreviveu. “Sou eu”, compara a canção.

Se é verdade que MPB é tudo que o MPB-4 toca (e grava), o grupo que há 60 anos inaugurou e consagrou a sigla que viraria sinônimo de Música Popular Brasileira gravou e incorporou “Bendegó” ao seu imenso repertório de clássicos.

“Bendegó”, de Cláudia Castelo Branco e Renato Frazão, gravada pelo MPB-4, é o primeiro single do projeto MPB Ano Zero.

“Padrinho” do projeto, o MPB-4 inaugura uma série de mais 21 singles, que serão lançados semanalmente pela gravadora Biscoito Fino até o final do ano…”

 

 

REPERTÓRIO estúdio:     >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>


1 – A estrada e o violeiro (Sidney Miller) – Cláudia Castelo Branco e Luísa Lacerda

2 – Construção (Chico Buarque) – Augusto Ordine e Mauro Aguiar

3 – Romaria (Renato Teixeira) – Alice Passos e Renato Frazão

4 – Começar de novo (Ivan Lins/Vitor Martins) – Andréa Dutra e Augusto Martins

5 – Disparada (Theo de Barros/Geraldo Vandré) – Breno Ruiz

6 – Fato Consumado (Djavan) – Gabriel Versiani

7 – Bendegó (Claudia Castelo Branco / Renato Frazão) – MPB4

8 – Flor de maracujá (João Donato e Lysias Enio) Aline Paes

9 – Se eu quiser falar com Deus (Gilberto Gil) – Ilessi

10 – Coração vagabundo (Caetano Veloso) – Bena Lobo

11 – Cheiro de mato (Fátima Guedes) – Camila Costa

12 – Beradêro (Chico César) – Luiza Borges e Thiago Thiago de Melo.

13 – Refém da solidão (Baden Powell/Paulo César Pinheiro) – Bernardo Diniz

14 – Pecado capital (Paulinho da Viola) – Marcelo Menezes

15 – Paralelas (Belchior) – Thiago Amud

16 – Nasci pra sonhar e cantar (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho) – Vidal Assis

17 – Corrida de jangada (Edu Lobo/Capinan) – Alfredo Del Penho

18 – De onde vens? (Dori Caymmi/ Nelson Motta) – Miguel Rabello

19 – Bombaim (Arlindo Cruz / Sombrinha / Almir Guineto) – Caxtrinho

20 – Kizomba (Rodolpho, Jonas e Luiz Carlos da Vila) – Marina Íris e Manu da Cuíca

21 –  Juliana Linhares e Demarca – Canoa Canoa – (Nelson Angelo / Fernando Brant) –  Juliana Linhares e Demarca

22 – Catavento e girassol (Guinga/Aldir Blanc) – Gabriel da Muda

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O padrinho de todo esse evento, vale reafirmar, é o MPB4.
Em torno do quarteto oriundo do Centro Popular de Cultura (CPC) de Niterói (RJ), instituição criada pela UNE (União Nacional dos Estudantes), na década de 60, foi estabelecida a sigla que veio a se tornar lendária na narrativa da canção no Brasil.


Na virada de 1964 para 65, a sigla MPB cravou seu papel como expressão crítica à ditadura.
E a partir desse contexto veio elaborando uma narrativa estética de extrema pertinência pralém do escaninho harmonia+melodia+ritmo+lírica.
A MPB não deixa de gerar permanente contribuição à cultura brasileira.

Ao contrário daqueles que imaginam onde se encontra, no tempo de streaming, esse contexto vigoroso, MPB Ano Zero se apropria do ativo “featuring” para reunir compositores e intérpretes numa celebração de potência atemporal.

Seja bem-vindo a MPB ANO ZERO.

 

*** MPB ANO ZERO é patrocinado pelo edital Pró-Carioca Linguagens da Prefeitura do Rio / Secretaria Municipal de Cultura via Lei Aldir Blanc 

 
 
 

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