Deco Fiori: “Cada Verdade Que Eu Sonhar” – Novo Álbum de MPB

 

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DECO FIORI LANÇA “CADA VERDADE QUE EU SONHAR”: Uma Profunda Viagem Musical

Deco Fiori, o talentoso cantor, compositor e instrumentista, está de volta com seu aguardado segundo álbum, “CADA VERDADE QUE EU SONHAR”. Lançado pelo selo Clube Novo, esta obra promete levar os ouvintes a uma jornada musical rica em reflexão, poesia e sonoridades que misturam o melhor da MPB com toques de rock pop e a essência do Clube da Esquina.

Ouça agora o álbum completo e mergulhe nesta experiência: Ouça aqui “CADA VERDADE QUE EU SONHAR”{target=”_blank”}

Com dez canções autorais, todas sob a batuta do produtor e diretor musical Marcílio Figueiró – repetindo a vitoriosa parceria do aclamado “Luz da Criação” (2024) – “CADA VERDADE QUE EU SONHAR” é um convite à introspecção e à esperança. As letras profundas de Deco Fiori exploram os “sonhos, verdades e canções” que moldam a existência humana, sem esquecer os desafios do mundo contemporâneo.

“Nossa luta, nossa lida / nossos sonhos visionários / nossa memória, nossa história não vai se apagar / não enquanto houver canções”, entoa Deco Fiori, sintetizando o espírito do trabalho. A faixa-título, uma balada certeira, questiona a existência e os ideais sociais e políticos, com a urgência da maturidade. O artista compartilha: “É na madrugada que as inspirações vêm. No refrão eu digo: ‘nossa memória, nossa história não vai se apagar / não enquanto houver canções / inspirando gerações / a botar o mundo pra rodar’. Este é o legado do artista, é o que fica para as futuras gerações”.

A jornada musical de Deco Fiori segue por “Outras Paragens”, que nos encoraja a “entrar na roda e dançar”, com violões gitanos de Marcílio Figueiró e o reforço rítmico de Fabiano Salek (congas), Berval Moraes (baixo acústico) e Daniel Garcia (sax soprano). Em “Toda e Qualquer Geração”, a mensagem humanista se destaca, clamando por empatia em um mundo de amores líquidos e inteligências artificiais. As influências de Beatles e Beach Boys reververam na melodia que ressalta: “bom é se importar com o bem estar de cada mortal”.

Em “O Meu Mundo Cabe em Meu Quintal”, Deco Fiori celebra a importância das músicas que o formaram, com o solo de guitarra genuíno de Gustavo Corsi e o trompete de José Arimatéa, além do piano acústico do próprio artista. “Folhas pelo Chão” traz uma sonoridade pop sofisticada, com a participação vocal de Sofia Jordão Caeiro e Mario Vitor, reafirmando que “chão é pra pisar / porque voz é pra cantar ou pra se fazer compreender”.

A delicadeza e a busca por equilíbrio são evidentes em “Libra”, que reflete sobre o fim das histórias de amor, novamente com o trompete de José Arimatéa, teclados de João Braga e guitarra de Gustavo Corsi. A viagem musical continua em “Pra Qualquer Lugar”, uma homenagem à companheira de estrada, com as flautas de Andrea Ernst Dias e a introdução de minimoog de João Braga.

Em “Se Não Tenho Chão (Melhor Voar)”, Deco Fiori aborda a separação em uma toada romântica, com ecos de Toninho Horta e Pat Metheny, e a performance marcante do baixo fretless de Hugo Belfort e a bateria de Elcio Cáfaro.

Um dos pontos altos do álbum é “Tão Iguais”, que conta com a participação especial de Pedro Luís em um dueto vibrante com Deco Fiori. Esta canção, um pop/rock envolvente, aborda as relações afetivas na era digital, lembrando que “é nas ruas da cidade que a vida corre de verdade”. O álbum encerra com “Que Negócio é Esse?”, uma homenagem emocionante ao poeta Marcio Negócio, amigo de infância de Deco Fiori, que incorpora referências de Guinga e Dori Caymmi, com o luxuoso auxílio da sanfona de Itamar Assieri e o bandolim de Luis Barcelos.

“CADA VERDADE QUE EU SONHAR” é mais do que um álbum; é um convite para refletir, sentir e se reconectar com o que realmente importa. Não deixe de ouvir essa obra que já está marcando a música brasileira.

 

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